I. Nem noite, nem dia: lusco-fusco.
II. Falar menos e mais simples.
III. A cada tempo próximo revirar os mortos que estão com dores nas costas.
IV. Pesquisar se outra vez é o mesmo que de novo e se vez e novo são sinônimos.
V. Trabalhar no ofício e oficializar o trabalho.
VI. Colher todos os dias uma palavra plantada pela humanidade de todos os povos.
VII. Visitar os cadernos de ontem.
VIII. Investigar a crítica: paradoxo ou solidão?
IX. Proclamar mais, clamar na medida e reclamar menos.
X. Quando ficar deslumbrado com o significado de algo não ignorar a sua estrutura.
XI. Não trocar de cadeira quando a ferida estiver na bunda.
XII. Ler o prelúdio do apólogo.
XIII. Ter renda para não se render.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Ouve-se ondas curtas.
- Última notícia: os textos extensos a partir de um hoje serão escritos em apenas uma única linha.
A chuva espanca o céu.
Senta-se de cócoras, como quem pede silêncio.
Distrai-se do barulho até chegar à música.
Lá abraça a solidão.
O temporal continua até torcer as palavras.
cruzar o rio, tateando as pedras.
- Última notícia: os textos extensos a partir de um hoje serão escritos em apenas uma única linha.
A chuva espanca o céu.
Senta-se de cócoras, como quem pede silêncio.
Distrai-se do barulho até chegar à música.
Lá abraça a solidão.
O temporal continua até torcer as palavras.
cruzar o rio, tateando as pedras.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Na central telefônica, a moça tipo cabelos secos, ouve do outro lado da linha:
- Um apelido para o que não sei?
Sem ter para onde olhar, dentro da cabine, sonha com os dias de celebridade:
- Destino?!
Do outro lado, apenas um rio.
A moça não quer continuar:
- Um minuto, por favor. E desliga-se de si.
A moça abre a gaveta à sua direita e manipula um esmalte,
quer pintar o que sente enquanto do outro lado da linha
o falante, escreve:
barganhei com o voo antes de plantar meus pés no chão
no limite: turbulência
hoje encontrei uma viela escurecida de mim.
- Um apelido para o que não sei?
Sem ter para onde olhar, dentro da cabine, sonha com os dias de celebridade:
- Destino?!
Do outro lado, apenas um rio.
A moça não quer continuar:
- Um minuto, por favor. E desliga-se de si.
A moça abre a gaveta à sua direita e manipula um esmalte,
quer pintar o que sente enquanto do outro lado da linha
o falante, escreve:
barganhei com o voo antes de plantar meus pés no chão
no limite: turbulência
hoje encontrei uma viela escurecida de mim.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
domingo, 10 de abril de 2011
Pós-Graduação Stricto Sensu
Prefácio:
Meio ambiente é uma invenção da cultura.
Capítulo 1
Cultura é um troço pouco sustentável.
Capítulo 2
Sustentabilidade é o outro nome para a estúpida separação.
Posfácio:
É preciso banhar-se no rio sem sujar as águas.
Referência bibliográfica:
_____________ I. _________________________. __________, 2012.
Meio ambiente é uma invenção da cultura.
Capítulo 1
Cultura é um troço pouco sustentável.
Capítulo 2
Sustentabilidade é o outro nome para a estúpida separação.
Posfácio:
É preciso banhar-se no rio sem sujar as águas.
Referência bibliográfica:
_____________ I. _________________________. __________, 2012.
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